segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Eleições 2014 - Perigo Marina

Diante das eleições, a suposta popularidade da Marina me provoca terror. Termos um presidente evangélico a essa altura é o fim de qualquer forma de progresso que um país pode requerer. Não pela religião em si, nada contra eles, mas na iminente interferência que essa qualidade irá provocar no regimento e nas leis do nosso país. Já sofremos bastante com um Brasil cada vez mais medieval por conta das bancadas evangélicas que se utilizam desse artifício para manipular o pensamento de um povo sem estrutura intelectual e que se conduz pela sua fé. Não fosse o bastante ignoram a qualidade de constituição laica e defendem causas em nome de uma fé restrita, com todos os seus dogmas e preceitos. Diga-se de passagem que Deus e a fé individual das pessoas são coisas inteiramente distintas. Enfim, imagine o tipo de lei que poderia vir por aí. Talvez até um novo imposto. Um ID, quem sabe! Imposto Dizimal... Já pensou?

domingo, 1 de junho de 2014

Conto Nº 3 - A Mulher no Homem

O terceiro conto neste livro vai revelar para o leitor indícios de que, dados os fatos mais relevantes para compreensão da estória, a disposição dos contos vão se caracterizar como capítulos de fato. Neste conto, se dá a sequencia exata de onde termina o conto anterior. Antecipo de já, que todos os demais contos vão moldar-se a essa proposição. De forma que, feita a leitura do primeiro conto, este encerrará sob circunstâncias que apontariam um fim próximo para a saga. Contudo, muitas questões surgirão ao final desta etapa. Então, todos os contos seguintes vão dá todo o suporte que supostamente faltaria a compreensão plena sobre todos os acontecimentos por parte do leitor e que culminarão com a revelação e compreensão do que se sucedia no início deste livro, só que dessa vez, lá no sétimo conto. Deu pra entender?
Bem, se tiver ficado confuso, então, por ora, contente-se em saber que neste conto serão revelados de fato a maior parte da significação que rodeia os sete bruxos. O leitor saberá qual a habilidade de cada um e a justificativa para a presença de cada ente naquele círculo. O conto narrará o primeiro momento em que os seis primeiros bruxos se reunirão para a realização do quarto ritual previsto no grimório de Simão Salazah - A Neblina. Eva, a bruxa que antecipou o quinto ritual sob a forma de O Vingador é quem vai narrar esse encontro. Cenas sufocantes e reveladoras aguardam a sua leitura.

domingo, 11 de maio de 2014

Conto Nº 2 - O Círculo


Quando dei início ao terceiro livro, não imaginei que eu precisaria quebrar o protocolo na ordem dos contos. Bem, foi preciso! Ao escrever o primeiro conto percebi que eu poderia comprometer a confiabilidade dos fatos se eu apresentasse todos os elementos que envolvem o fato a ser narrado ali. Entendi que seria preciso cautela ao escrever. Tive que me conter e partir para o Conto Nº 02 afim de preparar ou pelo menos esclarecer todas as justificativas que culminariam no fato principal da história. Este iceberg é tão profundo que tais justificativas ainda se estenderão para o terceiro conto. Esta trilogia narra os fatos de maneira interessante. De trás pra frente? Eu não programei isso, minha cabeça que funciona assim. Mas enfim, vamos tratar do segundo conto... Este conto/capítulo vai abordar qual foi o princípio da seita de Salazah, aquela do Vagner e da Tânia. Como tudo começou: quem foi o primeiro integrante, como ele recrutou um segundo, como foram compreendendo as artimanhas do grimório do cigano, até o momento chave em que este bando  de jovens sombrios regressa à Groaíras com o objetivo de dar prosseguimento aos rituais descritos no livro.
É curioso o detalhe de como os fatos se desenrolaram e de como toda uma cultura se foi elaborando. Os detalhes e explicações sobre a constituição dos rituais em todos os seus elementos e características são relatados aqui. As habilidades de cada um, por exemplo. Acredito que vai surpreender aqueles que tiverem dúvidas quanto ao sentido empregado nestes rituais. Neste conto, o Círculo se fecha quando o primeiro integrante do grupo é resgatado.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Entrevista Concedida a Rádio de Groaíras

Eis aí, a primeira parte da entrevista que aconteceu na rádio de Groaíras, que aconteceu no dia 22 de Janeiro de 2014, onde falei sobre a obra e principalmente sobre leitura. Interessados em conferir na íntegra, comente aqui.

domingo, 3 de novembro de 2013

1º Conto - O Sexto Passo

Foi dado início ao terceiro livro da Trilogia dos 7. Este vai tratar de como os discípulos de um cigano de nome Simão Salazah irão dar execução ao sexto ritual desenvolvido por ele. Ritual este que compõe um conjunto de sete e que lá estão em prol de um objetivo ainda desconhecido e porém, macabro. É difícil definir os elementos que envolvem o desenvolvimento da trama em razão de que o leitor ainda pouco conhece sobre o conteúdo do Bizzlhit, o livro deixado como o maior legado desse cigano que também era um bruxo. Ao longo dos contos, percebe-se algumas menções àquilo que no livro está escrito. Pensei em listá-los como forma de recapitulação em razão do enredo da história ser tão complexo e envolver tantas variantes, mas ao mesmo tempo sei que nem todos surgiram ainda na narrativa. Então de já, revelo aqui, com exclusividade os sete rituais do grimório mais buscado por historiadores do Sertão.
1- O BATISMO DA ALMA. É aquele ritual em que o Vagner desempenhou bem quando fez alguns juramentos e deu três voltas ao redor da igreja. Lembrando ao leitor que este revelou também alguns elementos importantes para a história.
2 - O  RITUAL DA LONGEVIDADE. Trata-se do capítulo do Bizzlhit escrito num idioma que só alguns bruxos conseguem interpretar. Apareceu pela primeira vez no segundo conto do primeiro livro quando você, o leitor, nem desconfiava que fazia parte de uma coisa bem maior.
3 - O TRANSPORTE. Eu considero este o mais macabro até agora. Aquele que o bando de loucos penduram um inocente numa corda de cabeça pra baixo pra cair de cabeça num portal que vai levá-los aonde quiserem desde que paguem um preço. "A primeira alma tem que ir pro inferno".
4 - A NEBLINA. De efeitos ainda não totalmente revelados. Só quem tiver boa imaginação e que tiver lido os livros vai entender quando esse ritual aconteceu e qual foi o propósito dele.
5 - O SERVO. Ritual este adiantado pela bruxa Eva que colocou os propósitos pessoais a frente daqueles pretendidos pela sua equipe.
6 - O APROFUNDAMENTO. Trata-se do "Sexto Passo", título do 1º conto do novo livro e cujos efeitos são ainda desconhecidos. Quem ler o livro verá.
7 - O SACRIFÍCIO DA ALMA PURA. Bem, tá na cara. Quem tiver boa percepção vai compreender o objetivo de toda a Odisseia da pobre Mariana que saiu desvairada em busca da cartomante Inês lá no Salgado dos Mendes.
Bem, ficam aqui as dicas e boa leitura!

sábado, 22 de junho de 2013

Protestos ou Respeito?


Depois de tantos acontecimentos em torno de protestos está aqui meu parecer se a alguém for interessante: Todos falam de revolução, de mudança e luta por direitos. Ok! Estão todos corretos. Mas a forma de protesto é ainda primitiva e desprovida de qualquer atitude filosófica. É muito fácil culpar os outros; é muito fácil impor as reivindicações aos governantes. Todos querem um atendimento de saúde de qualidade e justo para todos, mas todos também aceitariam de bom grado serem atendidos como o primeiro da fila. Todos queixam-se da roubalheira no Congresso, mas todos aceitariam de bom grado qualquer vantagem financeira que o serviço público pudesse proporcionar. Todos gostariam de conquistar uma formação e ser alguém, mas todos aceitariam de bom grado que o professor não os reprovasse, quando merecidamente deveria ser feito. Todos querem acesso e igualitarismo, mas todos aceitariam de bom grado qualquer vantagem pessoal. Todos querem respeito, mas será que estão respeitando o outro? Um cartaz diz "Exigimos uma resposta dos governantes", mas se o governante disser que a resposta é "Obedeça o sinal e assim teremos um trânsito mais harmonioso", será que vão obedecer? E se a resposta for "Preserve o patrimônio público, não jogue lixo nas ruas", a turma vai obedecer? Enfim, só acredito na revolução no dia que a forma de protesto for uma atitude cordial e educada diante de uma repressão ou ofensa. O que é diferente de postar cartazes e fazer daquilo uma festa e diversão. Culpar os outros sem nem mesmo refletir sobre as próprias atitudes. E a minha forma de protesto é RESPEITO! Só posso exigir respeito se primeiro eu respeitar. RESPEITO acima de tudo. Até o ódio se precisar ser aplicado que seja com RESPEITO.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Livro Saiu!

O Volume II da saga já foi publicado e está disponível no clubedeautores.com. Este começa ainda mais misterioso. Riacho do Guimarães, uma terra mística no interior do Ceará, abriga uma história intrigante. Ao passo que novas descobertas se fazem, o entrelaçamento de fatos aponta uma nova proposição da narrativa. As visões se invertem e trazem junto com elas informações que o primeiro volume sequer sugeria. Fica mais sério e intrigante! A narrativa é complexa e desafia o leitor a pensar acerca do suspense que ronda os fatos. Tratam-se na verdade de sete contos que visam nada mais que traduzir para o leitor uma visão facetada de uma mesma história. Trazendo um volume de páginas maior, o livro propõe de forma melhor, o rigor e fidelidade ao estílo peculiar do autor. Preço: R$ 36,00.

terça-feira, 22 de maio de 2012

7º Conto - O Sétimo

Concluindo a segunda etapa da saga, o sétimo conto veio titulado como "O Sétimo". Nele se tem a continuação do percurso de Mariana rumo às respostas que tanto almejava. Com os pais mortos, vítimas de uma misteriosa morte súbita e com a visita do espírito do namorado morto minutos antes de suas instruções, a protagonista segue junto do amigo Daniel rumo ao Salgado dos Mendes, localidade onde encontraria Inês, uma velha senhora sabedora de detalhes acerca de uma maldição sobre a velha Riacho. 
Atravessando vários percalços, a parturiente defronta-se com a tetraneta de Simão Salazah que lhe conta sobre o passado da sua família e revela a forte ligação que a mesma possui com a criança iminente. Chamando-o de Sétimo, Inês revela informações numerológicas que condicionam aquele pequeno município como palco das manifestações do além ao memso tempo em que propõe uma relação funesta com o nascimento daquele bebê. O final é surpreendente e propõe de maneira curiosa uma continuação para o livro.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

6º Conto: Visões do Mal

O sexto conto da sequencia coloca em destaque a narrativa imediatamente posterior ao que acontecera no conto titulado como "Um lôbrego apelo das águas" do primeiro volume da saga. Neste, entretanto, os fatos são narrados a partir da perspectiva de um espírito que não morreu, ou seja, um espírito que fora expulso do corpo e cujo corpo fora apossado pelo espírito do irmão gêmeo do personagem. Assim como o anterior, segue o formato de previsualização de fatos em três trechos recortados que são inseridos no contexto de maneira oportuna, além de retratar várias cenas em um hospital de Sobral. Tudo começa com um SMS, depois a descrição de um programa de televisão do tipo talkshow e em seguida, uma oração. Diverso ou misterioso?
Na verdade, o conto objetiva além de dar continuidade ao caso, demonstrar a relação que o novo personagem da trama, Padre Marlon, tem com o escopo da saga - Os sete bruxos e junto com eles, o livro, a cidade e os ciganos. Além disso, informa ao leitor qual a importância dele e cria uma nova perspectiva sobre os personagens abordados. Não fosse o bastante, a partir do panorama relatado do ponto de vista do espírito, o leitor depara-se com cenas que invocam novas dúvidas quanto ao fim da saga, pois o posicionamento dos personagens do âmbito maligno são revelados sob um aspecto diferente e puramente abstrato.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Cristo não foi o único profeta

A Bíblia não é o único livro sagrado e Cristo não foi o único profeta. Eu  sou filho de Deus, mas não me vejo apenas como um descendente da cultura européia que por razões históricas aderiu ao catolicismo.
O Islamismo é a religião que mais cresce em número de adeptos. Com as várias ramificações que se originam do Cristianismo, este ainda é responsável por um terço da população mundial. Mas isso não significa muito. A divisão entre ortodoxos, católicos, evangélicos e espíritas proporcionam uma real separação dentro da origem cristã. Na verdade não ligo muito pra isso. Tento aprender sobre todas elas, inclusive hidu, budismo, umbanda e centenas de outras. Diferente que outros que pregam efêmeros dogmas da sua "igreja" (e igreja tem-se que se dissociar de religião) sei que assim me aproximo ainda mais do verdadeiro Deus.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

5º Conto - 12:00 am

 O 5º conto do volume II da saga Sete Pesadelos no Riacho dá continuidade a narrativa futurista de Eduardo, o engenheiro químico filho da terra, que se vê na difícil missão de destruir a cidade e acabar com o avanço da transformação genética da população provocada por um vazamento de um gas perigoso. Os zumbis continuam aparecendo e transpassam também para a realidade do presente.
Na nova narrativa, entretanto, o foco está na revelação do tempo em que a história se encerra, levando o leitor a perceber que na verdade o personagem escreve os acontecimentos a alguém e chega em alguns pontos a dialogar com ele. O tempo revela que a trama se dedica às várias passagens de espaço, seguindo no estilo complexo de narrar do autor.
Com o título de "12:00 am" o conto revela a intríseca relação das horas com os fatos que acontecem de maneira paralela no meio em que se encontram os demais personagens do livro. O próprio título em apresentação numérica fixa um ponto de referência criado com o objetivo de situar o leitor num eixo lógico de narração. É preciso estar atento para perceber que o momento retratado após a primeira incidência da meia-noite serve de marco para lembrar o leitor dos demais fatos que se desenrolam no mesmo momento, porém em contos diferentes, inclusive do livro anterior.
Vale esperar para conferir a sequência em Sete Indícios de um Pesadelo.

domingo, 3 de julho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Uma Amiga muito querida

Lembro desde pequeno das brincadeiras com ela. Eu, um pirralho e ela, uma moça bonita que eu admirava e dizia "Nossa! Como minha amiga é linda!".
Ela, amante dos felinos, sonhava em se tornar médica veterinária. Eu apoiava e achava lindo a familiaridade que ela possuia com os animais. Sempre gentil, risonha, bricalhona, afável, minha amiga e vizinha era uma das minhas companhias preferidas para contar história de terror, filmes de mistério e coisas do amor.
Afilhada de minha mãe, tínhamos uma proximidade muito forte e saudável. Serão muitas as saudades e lamentações por não estar mais entre nós. Gostaria muito de dar-lhe um ultimo abraço, mas infelizmente, este não poderei. Então, desejo o mais límpido dos destinos para a alma. Espero reencontrá-la, doce Fernandinha...

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Quanta Hipocrisia!

Hoje eu debrucei-me sobre a reflexão de que muitos conhecidos não conseguem perceber a alienação a que se submetem quando criticam atitudes de outros a luz da sua própria fé. Fé esta que já lhe é repassada com a mensagem deturpada e que embora pelo seu estado defasado de filosofia, acaba sendo acatada por seus fiéis ingenuamente.
Esse dias uma amiga muito querida, evangélica, de conduta saudável, mas sem parecer superioridade pela sua opção religiosa, embora evangélica, também estudada, consciente e sã, publicou numa rede social uma foto sua em demonstrativos sensuais e foi duramente criticada pelos pastores de sua igreja que "inocentemente" navegavam pela rede.
Bom, nem precisa dizer o teor das palavras que certamente comentaram por lá. Mas digo de antemão que se eles se acham no direito por serem "seres humanos em estágio superior espiritual" de julgá-la, posso dizer também enquanto pesquisador apaixonado pela história das religiões do mundo, que os tais sacerdotes (se é que existe alguém no mundo pra conceder este posto a alguém) aproveitaram a deixa de minha amiga para se promoverem dentro da rede ao conseguirem espaço de divulgação de suas palavras pautadas na maldade. Uma maldade provocada por uma falsa moral. E é preciso dizer antes de tudo que religião e maldade não combinam, não é mesmo?
Eu, que também possuo minha religiosidade prefiro acreditar em um Deus que prega a bondade, o perdão e a aceitação do outro como um igual e diferente dentro da sua diferença. Desculpem-me os leitores que têm como única referência religiosa a Bíblia. Meu pedido de perdão fica registrado porque não consigo deixar de esquecer que o Deus que muitos destes pregam, fala da bondade sim, mas enfatizam e frisam forças em suas palavras para pregaram a punição, o preconceito e o castigo. Fazem isso, pois sabem que na base da coerção manterão seus fiéis de fato fiéis a sua doutrina.
Acredito que buscar a sua sensualidade é algo saudável, faz bem pra auto-estima e por extensão a alma. Qualquer coisa no mundo pode ser usada tanto para o bem, quanto para o mal. Alguns condenam, por exemplo, o ato de beber. Ora! Você pode beber para fazer o mal sim, mas você pode ter maturidade e consciência e beber apenas para celebrar. Atos simples como um aperto de mão, um abraço, ditos puros e saudáveis (que eles frequentemente usam) também podem ser usados para fazer o mal. Até isso pode ser usado para o mal.
O grande problema é que eles caem no generalismo absurdo. Mas o que me incomoda bastante é a dita Hipocrisia. Dogmas religiosos são bem vindos, não tenho nada contra eles, mas se abster de fazer determinadas coisas por vê somente maldade nelas e usarem isso pra poderem condenar as ações dos outros... Por favor! Qual é minha gente? Isso parece atitude de gente que tem a mente fraca.
Meu protesto vai servir sim, se alguém se incomoda com o que digo. Eu posso não frequêntar a mesma religião de em torno de 3 mil doutrinas (acho que é esse o números de variadas fés que existem no mundo), mas eu digo com absoluta, religiosa, filosofica e concreta certeza de que Eu também tenho Deus em minha vida.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Detalhes do 4º Conto do Volume II

O 4º conto da sequência no volume II segue a mesma formatação do Conto Andréia Mendes de Sete Pesadelos no Riacho. Neste, entretanto, é narrado a história de Simão Salazah com a inserção de recursos do tempo idênticos aos utilizados no primeiro livro.

No Conto intitulado como Simão Salazah, a narrativa inicia com o surgimento de nova personagem, Monique, onde a mesma por meio de um livro misterioso realiza estranhas viagens ao passado, como se vivesse o momento em que o cigano lusitano chegara a provincia do Siará no século XIX.

Com um envolvimento místico, a personagem depara-se a situações onde o leitor redescobre a curiosidade por mistérios antigos: a figura ao lado que, por exemplo, representa uma origem cigana.

Respostas surgem, entretanto, novas perguntas se fazem despontar na complexa narrativa de Sete Indícios de um Pesadelo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O que faria se só restasse você no mundo?

Impossível responder. Os aspectos sociais que fazem parte de nós nos condicionam a buscar determinadas coisas. Sem esse aspecto, só mesmo diante da situação.

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